FAQ

Quem é o Dr. Rafael Lani

Médico com formação acadêmica sólida e atuação em clínica, pesquisa e ensino. Graduado e doutor (MD-PhD) pela UFRJ em Neurociências, Terapia Gênica e Glaucoma. Especialista em Oftalmologia pelo IORJ, com pós-graduação na PUC-Rio, além de formações em Neuro-Oftalmologia (Unicamp), Glaucoma, Catarata (Grupo MY Learning) e Clinical Research (Harvard). Possui experiência em pesquisa clínica e experimental, com publicações internacionais e prêmios como BRAVO e ARVO. Professor de Neuro-Oftalmologia em pós-graduações e chefe do setor de Glaucoma do Instituto da Visão (IPEPO). Atua na cidade do Rio de Janeiro, com foco em Glaucoma, Neuro-Oftalmologia e Catarata

Sobre a Consulta e Atendimento

Como faço para agendar uma consulta?
Você pode agendar sua consulta ligando para um de nossos telefones disponíveis na seção “Unidades” ou clicando nos botões de contato via WhatsApp presentes no site.
Para informações detalhadas sobre os convênios aceitos e opções de pagamento, por favor, entre em contato conosco diretamente pelos canais de atendimento.
Não é obrigatório ter um encaminhamento para agendar sua primeira consulta. No entanto, se você já possui relatórios de outros médicos ou exames anteriores, é importante trazê-los.
É importante trazer seus documentos de identificação, cartão do convênio (se aplicável), e todos os exames oftalmológicos ou neurológicos anteriores, bem como a lista de medicamentos que utiliza atualmente. Se for a primeira consulta, prepare um breve histórico sobre sua saúde ocular e geral.
É importante trazer seus documentos de identificação, cartão do convênio (se aplicável), e todos os exames oftalmológicos ou neurológicos anteriores, bem como a lista de medicamentos que utiliza atualmente. Se for a primeira consulta, prepare um breve histórico sobre sua saúde ocular e geral.
Priorizamos o atendimento presencial para uma avaliação completa e detalhada. Para informações sobre a possibilidade de teleconsultas em casos específicos, por favor, entre em contato com nossa equipe.

Sobre Glaucoma

O que é Glaucoma?
Glaucoma é uma doença ocular progressiva que danifica o nervo óptico, responsável por enviar as informações visuais do olho para o cérebro. Na maioria dos casos, está associado ao aumento da pressão intraocular e, se não tratado, pode levar à perda irreversível da visão.
Muitas vezes, o Glaucoma é assintomático em suas fases iniciais, o que o torna uma condição traiçoeira. Por isso, exames oftalmológicos regulares são cruciais para o diagnóstico precoce. Em estágios avançados, pode ocorrer perda de campo visual periférico.
Atualmente, o Glaucoma não tem cura, mas tem tratamento. O objetivo principal do tratamento é controlar a pressão intraocular e retardar ou interromper a progressão da doença, preservando a visão restante do paciente.
O diagnóstico é feito através de um exame oftalmológico completo que inclui a medição da pressão intraocular, avaliação do nervo óptico e exames complementares como a campimetria (campo visual) e OCT (tomografia de coerência óptica) do nervo óptico.
O tratamento pode incluir colírios específicos para baixar a pressão, procedimentos a laser e, em alguns casos, cirurgias para melhorar o fluxo do líquido dentro do olho. A escolha do tratamento depende do tipo e estágio do Glaucoma.

Sobre a Neuro-Oftalmologia

O que é Neuro-Oftalmologia?
Neuro-Oftalmologia é uma subespecialidade que foca nas doenças que afetam o cérebro, nervos e músculos relacionados à visão e aos movimentos oculares. Ela aborda problemas visuais que não são causados por doenças oculares primárias, mas sim por condições neurológicas.
Você deve procurar um Neuro-Oftalmologista se apresentar sintomas como perda de visão inexplicável, visão dupla (diplopia), perda de campo visual, movimentos oculares anormais, ptose (queda da pálpebra) de origem neurológica, dor de cabeça associada a problemas visuais, ou se foi diagnosticado com doenças como esclerose múltipla ou tumores cerebrais que afetam a visão.
A Neuro-Oftalmologia trata uma ampla gama de condições, incluindo neuropatias ópticas (como neurite óptica, neuropatia óptica isquêmica), papiledema, esclerose múltipla com sintomas visuais, doenças da órbita, tumores cerebrais que afetam a via visual, miastenia gravis com envolvimento ocular, estrabismos complexos de origem neurológica e distúrbios da motilidade ocular.
A visão é um processo complexo que envolve não apenas os olhos, mas também uma intrincada rede de nervos e áreas do cérebro. O cérebro interpreta as imagens captadas pelos olhos, coordena os movimentos oculares e controla a percepção visual. Portanto, qualquer alteração neurológica pode impactar diretamente a nossa capacidade de ver.
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